Escolas com problemas financeiros nos Estados Unidos terão um novo conselheiro: Bill Gates.

O cofundador da Microsoft, aposentado da empresa em 2008, tem voltado sua atenção para a educação e a filantropia, relata a revista Veja.

A receita, dada em discurso preparado para superintendentes estaduais de educação americanos, é adotar medidas duras.

No arroxo, Gates defende o fim dos aumentos a professores com base no tempo de serviço e conclusão de mestrado, alegando que eles não estão relacionados à capacidade dos educadores em aumentar o desempenho dos alunos.

Em vez de aumentos, sugere premiar os professores mais eficazes que dão aulas para classes com muitos alunos ou ensinam em escolas carentes.

"É claro que a reestruturação dos sistemas de remuneração equivale a chutar uma colmeia", reconhece, “mas é uma tarefa necessária”.

Alguns especialistas preveem que muitos dos 15.000 distritos escolares do país podem, pela primeira vez em décadas, ter menos dinheiro para gastar no próximo ano fiscal. Nova Jersey, por exemplo, enfrenta um déficit de US$ 10 bilhões.

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