funcionários autorizados pelo governo a participar de conselhos de administração de empresas públicas ou de economia mista, com maior parte federal

Empresas públicas ou de economia mista na qual o governo federal detenha a maioria do capital deverão abrir espaço em seus conselhos de administração para um representante dos funcionários.

A medida foi uma das últimas assinadas pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva antes de deixar a presidência.

A novidade vale para empresas com mais 200 funcionários e afeta estatais de TI como o Sepro e a Dataprev.

“A partir de agora, teremos uma visão mais abrangente e até decisiva de setores estratégicos das empresas, o que será um agregador de força da classe trabalhadora”, explica o presidente do Sindppd-DF, Djalma Ferreira.

Os conselheiros serão escolhidos entre os empregados ativos, pelo voto direto, em eleição organizada pela empresa em conjunto com as entidades sindicais que os representem.

O representante dos empregados não poderá participar das discussões e deliberações sobre assuntos que envolvam relações sindicais, remuneração, benefícios e vantagens, inclusive matérias de previdência complementar e assistenciais.