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A Oracle aposta no Exadata Database Machine Versão 2, produzido após a aquisição da Sun Microsystems com a promessa de ser a máquina mais rápida do mundo para data warehouse e processamento de transações (OLTP, na sigla em inglês), para expandir seu mercado entre empresas P, M e G do Brasil.

E o Rio Grande do Sul é um dos focos.

“Esta é uma solução acessível para companhias com faturamento médio a partir de R$ 100 milhões/ano”, afirma Adriano Chemin, vice-presidente de Vendas Indiretas da Oracle para a América Latina. “Trata-se de uma máquina perfeitamente compatível com nosso banco de dados 11g. No Rio Grande do Sul, onde a maioria das empresas é usuária desta solução, todas elas já podem migrar para o novo Exadata Database Machine sem a necessidade de promover qualquer modificação em suas aplicações”, complementa.  

A máquina, apresentada ao mundo na semana retrasada, quando o CEO da Oracle, Larry Ellison, fez também o anúncio oficial da fusão com a Sun, conjuga componentes de hardware que seguem os padrões de mercado, mais a tecnologia FlashFire da Sun.

Oracle Database 11g Release 2 e Oracle Exadata Storage Software Release 11.2 também fazem parte da novidade, que segundo as fabricantes é duas vezes mais rápida que o Exadata Versão 1 para data warehouse.

“O Sun Oracle Exadata Database Machine vai além dos aplicativos de data warehouse, com a inclusão de Exadata Smart Flash Cache baseado na tecnologia Sun FlashFire para oferecer desempenho máximo e escalabilidade para o processamento de transações online”, explica Ellison.

A novidade está disponível em quatro modelos: rack completo (oito servidores de bancos de dados e 14 de armazenamento), meio rack (quatro servidores de bancos de dados e sete de armazenamento), um quarto de rack (dois servidores de bancos de dados e três de armazenamento) e um sistema básico (um servidor de bancos de dados e um de armazenamento).

“Com o Sun Oracle Database Machine, os clientes podem armazenar um volume de dados dez vezes maior e pesquisar esse conteúdo dez vezes mais rápido”, finaliza Chemin.