Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais lideraram em volume de apreensões de softwares piratas, com 461,6 mil, 139,5 mil e 119,3 mil, respectivamente, no primeiro trimestre de 2011.

O dado é da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e a ESA (Entertainment Software Association), que divulgaram nesta terça-feira, 12, os resultados das ações de combate à pirataria realizadas no Brasil entre janeiro e março deste ano.

De acordo com as entidades, ao todo foram efetuadas 181 operações nos principais centros de comércio popular do país, 8% a mais do que no mesmo período de 2010.

As ações resultaram na captura de 759,2 mil CDs de programas de computador falsificados, um salto de 81% ano/ano.

Conforme Antônio Eduardo Mendes da Silva, coordenador do Grupo de Defesa da Propriedade Intelectual da ABES, o Brasil acaba de ser excluído pelos EUA da lista de países considerados desafiadores no que se refere à pirataria e ao contrabando.

“Fomos a única nação do BRIC a alcançar tal resultado”, afirma o executivo.

Fechando o ciclo das iniciativas feitas no período, as entidades divulgaram ainda o saldo das ações relacionadas ao monitoramento da venda de softwares falsificados na Internet.

Ao todo, foram retirados do ar 86 sites e 4,7 mil anúncios destinados a essa finalidade, valores 9% e 17% maiores que os alcançados no primeiro trimestre de 2010, respectivamente.