Mais dois hospitais públicos de Pernambuco aderiram ao software de gestão da gaúcha MV: o Hospital Metropolitano Oeste Pelópidas Silveira e o Hospital Regional de Palmares.

No mês passado, outros seis hospitais do estado já haviam adotado o sistema, em um projeto contratado por meio da Secretaria de Saúde de Pernambuco.

A solução é100% web e integra informações dos departamentos dos hospitais, permitindo a padronização de processos, otimização do agendamento de consultas e atendimentos da rede pública, além de fornecer indicadores de desempenho para gestores da saúde estadual, entre outros benefícios.

Conforme o diretor regional da MV, João Grossini, a ferramenta também traz ganhos aos setores de urgência/emergência.

“O sistema irá organizar o fluxo de atendimento através de um Protocolo de Classificação de Risco, que prioriza o atendimento de acordo com o potencial de risco, agravo à saúde ou grau de sofrimento do paciente”, explica ele.

Exatamente o setor em que irão usar o sistema os dois novos hospitais.

“As unidades foram inauguradas para oferecer atendimentos de urgência, com meta de diminuir a lotação nas grandes casas de saúde do Recife”, detalha Grossini.

MV

Com sede em Porto Alegre, a MV abriu, recentemente, filiais em Cuiabá, no Mato Grosso, e Palmas, em Tocantins.

Com isso, a companhia passou a somar dez unidades, o que também abrange Recife, Belo Horizonte, Fortaleza, Passo Fundo, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória.

Presença capilarizada que traz resultados: no Tocantins, por exemplo, a solução da MV já foi contratada para gerenciar todos os processos de 17 hospitais públicos.

No Mato Grosso, as primeiras implantações envolveram um projeto de informatização da saúde pública para toda a logística de distribuição de medicamentos.

No total, a carteira de clientes da companhia soma instituições que, juntas, têm faturamento superior a R$ 10 bilhões/ano.

Quanto à própria MV, o faturamento ficou em R$ 84 milhões em 2010 – último balanço divulgado.

Já no ano passado, a projeção da companhia era crescer 50%, o que, se alcançado, renderá ganhos na casa dos R$ 126 milhões.