A CPM Braxis apresentou a maior evolução entre todas as companhias listadas na nova edição do FinTech 100, ranking que reconhece os principais provedores mundiais de tecnologia na área financeira.

A provedora paulista de serviços passou para a 33ª colocação, ou seja, 34 posições acima do registrado no ano passado.

O ranking, que é publicado pelo jornal American Banker, em parceria com o Bank Technologies News e a IDC Financial Insights, é baseado na análise das companhias de tecnologia e serviços globais que têm um terço de sua receita oriunda do setor de finanças.

“Este reconhecimento internacional é de extrema importância para nós, já que temos diversos clientes globais e outros que buscam expansão internacional”, comemora a diretora de Negócios da CPM Braxis, Patrícia Freitas.

No segmento financeiro, a empresa oferece soluções específicas para cada tipo de operação, como ofertas de BPO para crédito imobiliário, plataforma de crédito, BI para seguradoras e arquitetura tecnológica bancária, entre outras.

Com uma estrutura formada por dez centros de desenvolvimento e 5,4 mil profissionais, a CPM Braxis tem plantas de desenvolvimento especializadas, centros de teste e comando para gerenciamento remoto de infraestrutura, bem como centros de serviços compartilhados de manutenção e suporte para soluções SAP.

A empresa é a única brasileira mencionada no Black Book of Outsourcing como uma das 50 melhores companhias globais de outsourcing, ocupando a 22ª posição. É também a primeira empresa de serviços de TI do Brasil a conquistar a certificação CMMI Dev 1.2 Nível 5.

Investimentos em TI continuarão
O FinTech 100 também relata as principais tendências do segmento.

Apesar da crise econômica mundial vivida nos últimos meses, as empresas selecionadas pelo estudo registraram crescimento e somaram, juntas, receita de US$ 52,8 bilhões, o que representa um incremento de 10% se comparado ao ano anterior.

O relatório mostra, ainda, que as organizações de TI terão importância fundamental para os bancos nos próximos meses.

Para manter a competitividade em 2010, as instituições financeiras deverão se concentrar nos consumidores e trabalhar pelo melhor atendimento ao mercado a partir do uso do CRM, avalia a pesquisa.