A Seventh, empresa de Florianópolis que desenvolve soluções para monitoramento de imagens e automação, integrante do pólo catarinense de Segurança Eletrônica, abriu a temporada de caça ao mercado latino-americano.

A companhia iniciou pela Argentina. O diretor Carlos Schwochow acaba de voltar de Buenos Aires, onde se reuniu com distribuidores da área de equipamentos e softwares para segurança eletrônica.

"Os argentinos não possuem tecnologia própria de segurança eletrônica e importam da China, Coreia e Estados Unidos", comenta Schwochow. “O Brasil tem grandes chances, já que fabrica softwares e hardwares de alta qualidade e ainda é beneficiado pelo acordo do Mercosul. Prevemos boas negociações já para os próximos meses", afirma.

Conforme o executivo, para alavancar os negócios projetados, os softwares da companhia já estão sendo adaptados para a língua espanhola.

A meta da Seventh é vender no mercado argentino soluções de software ligadas à sua linha de produtos D-Guard, um sistema de circuito fechado de TV digital com monitoramento e visualização de imagens via celular, PDA e Internet, além de suporte a múltiplos monitores.

“A solução é integrada a vários sistemas de monitoramento de alarmes no mercado, tem entrada para ilimitadas câmeras, zoom digital em tempo real, detecção de movimento, busca inteligente de imagem, entre outras características”, explica o diretor.

Ainda segundo ele, este contato com os argentinos abre as portas também para os parceiros da Seventh, como a Segware, que atua em parceria com a empresa no fornecimento de software de gestão para monitoramento de alarmes.

Atualmente, os sistemas da Seventh estão presentes em todas as regiões do país. São mais de 10 mil soluções vendidas desde 2001.

Ao lado da companhia, no Pólo de Segurança Eletrônica de Santa Catarina, estão a Segware, CS, Contronics, Spherical e CSP, todas baseadas na capital catarinense.

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A vertical, lançada pela Acate, não é a única do estado: a entidade também já anunciou a criação de outros dois grupos segmentados, um voltado à TI para o setor de energia, outro para Telecom.

O assunto foi matéria no Baguete, que pode ser conferida pelo link abaixo.