Seis hospitais públicos de Pernambuco adotaram o sistema da gaúcha MV para automatizar suas gestões.

O sistema, contratado por meio da Secretaria de Saúde de Pernambuco, será utilizado nos hospitais da Restauração (HR), Otávio de Freitas, Barão de Lucena, Agamenon Magalhães, Getúlio Vargas e Regional do Agreste.

Em um ambiente 100% web, a solução MV integra as informações de todos os departamentos dos hospitais, permitindo a padronização de processos, otimização do agendamento de consultas e atendimentos da rede pública, além do fornecimento de indicadores de desempenho para os gestores da saúde estadual, entre outros benefícios.

Conforme o diretor regional da MV, João Grossini, a ferramenta também traz ganhos aos setores de urgência/emergência.

“O sistema irá organizar o fluxo de atendimento através de um Protocolo de Classificação de Risco, que prioriza o atendimento de acordo com o potencial de risco, agravo à saúde ou grau de sofrimento do paciente”, explica ele. “Ganha-se agilidade no atendimento, evitando erro humano”, completa.

A implantação começou no Hospital da Restauração, que já teve os processos de atendimento de urgência, marcação de consultas, atendimento ambulatorial e prontuário do paciente informatizados na Emergência Clínica.

“Nesta mesma etapa, realizamos um levantamento dos equipamentos necessários e a necessidade de pessoal para colocar em prática a iniciativa em toda a instituição, além das adequações de infraestrutura”, explica Grossini.

O Otávio de Freitas e o Barão de Lucena são as próximas instituições a serem informatizadas, expandindo, progressivamente, para o Agamenon Magalhães, Getúlio Vargas e Regional do Agreste.

A previsão é que em 2012 todos os seis hospitais já estejam com o sistema em funcionamento.

Força na saúde pública
A MV já tem um histórico de projetos em massa para a saúde pública. Há poucas semanas, o ERP da companhia porto-alegrense MV entrou em operação, simultaneamente, em 17 hospitais públicos do Tocantins.

Em 2009, houve a informatização de dez hospitais filantrópicos do Espírito Santo.

Um projeto semelhante também foi assinado pelos gaúchos no estado de São Paulo, onde o governo investiu R$ 2,4 milhões na compra de 80 licenças de uso dos softwares MV2000i, MV Portal e MV Custos para diversos hospitais.

Com iniciativas como estas, além do atendimento a diversas instituições de saúde do setor privado, a MV já acumula mais de 500 clientes no

Brasil e no exterior, o que traduzido em usuários passa dos 200 mil profissionais e totaliza um grupo que passa dos R$ 10 bilhões em faturamento/ano.

Grande
A companhia, que segundo o presidente, Paulo Magnus, é a sexta maior de software do país, fechou 2010 com crescimento de 20% sobre os cerca de R$ 70 milhões obtidos em 2009.

Para este ano, a meta é incrementar os ganhos em 50%.

Além da sede em Porto Alegre, a MV mantém fábricas de software em Passo Fundo e Recife, além de unidades em Belo Horizonte, Fortaleza, Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo.