A SKA, de São Leopoldo, é a mais nova revenda autorizada da SolidWorks em São Paulo.

Com a novidade, a empresa passa a oferecer no mercado paulista soluções de CAD 3D, CAE e PDM da Dassault, além dos softwares de CAM de outras companhias presentes no seu portfolio vendidos antes por filiais em São Paulo e Santa Bárbara D’Oeste.

“Agora teremos acesso ao mercado que concentra metade do PIB de metalmecânica do país”, resume Siegfried Koelln, diretor da SKA.

O novo mercado é essencial para a SKA manter suas taxas de crescimento. Hoje a empresa já tem uma forte presença  no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, atendendo a empresas como Grupo Weg e Marcopolo.

“Não há mais muitas empresas com potencial de comprar 25 licenças de CAD no Rio Grande do Sul por exemplo”, avalia Koelln.

O faturamento da empresa no ano passado foi de R$ 18,2 milhões, alta de 33% frente a 2009. Para este ano, a meta é 12%. A SKA quer chegar a 2012 faturando R$ 25 milhões.

É mais uma mudança na trajetória da SKA, que até 2006 trabalhava com a concorrente Autodesk e trocou de lado levando consigo boa parte da base da companhia.

A porta de entrada para São Paulo foi a Romi, que já era atendida na área de CAM e na qual a SKA gerenciava uma base de 250 licenças, a maior instalada no estado de São Paulo.  

“A Romi há algum tempo desejava ser atendida também na parte do CAD pela SKA e finalmente este momento chegou”, afirma Leandro Tersi, Assessor de Engenharia/Supply Chain da Romi.

Tersi afirma ainda que a companhia ficou surpresa com “ redução de erros de projeto, protótipo, fabricação e montagem” derivadas de um projeto de CAM da SKA na empresa.

O aval de um cliente como a Romi é um respaldo para a SKA em um mercado bastante concorrido: a SolidWorks tem sete revendas cadastradas em São Paulo.

“Não somos uma empresa de vender caixinhas. Um projeto nosso tem impactos em processos, negócios e TI”, afirma Koelln, no estilo sem delongas que deu certo no Sul do país e agora será testado em São Paulo.