O governo federal deve economizar R$ 33,74 milhões com os contratos  de serviços de telefonia por órgãos da administração direta, autárquica e fundacional.

Nessa semana foi publicado o último grupo vencedor do pregão eletrônico, contemplando a Embratel, que ficará responsável por chamadas de longa distância, nacional e internacional, geradas de telefone fixo.

Além desse, outros dois lotes já haviam sido homologados. Estes foram disputados pelas empresas Intelig, Oi/BrT, GVT, CTBC, Embratel e Telefônica.

A Intelig levou o primeiro grupo (para ligações locais feitas a partir da central telefônica/PABX) e o segundo ficou com a Oi/BrasilTelecom (para chamadas feitas a partir de linhas diretas).

Nessas rodadas, informa o governo, a administração economizou R$ 24,68 milhões, valor da diferença dos preços de referência no pregão e os efetivamente fechados com as companhias.

Somando-se a outro pregão, de número 12/2011, que definiu os ganhadores para prestar serviços de telefonia móvel, a economia total conquistada pelo governo é de R$ 33,74 milhões, já que nesse processo a redução do valor foi de cerca de R$ 9,06 milhões.

Não foram informados os valores dos contratos.

Quatro empresas disputaram o serviço para ligações feitas de celulares: Embratel, Claro/Americel, Oi/BrT e Vivo, sendo vencedoras as duas primeiras.

“A grande vantagem das compras conjuntas é a oportunidade de conseguir ganhos com economia de escala, obtendo preços mais vantajosos, além da economia aos órgãos que adotam esse modelo de compras”, diz Delfino de Souza, titular da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), setor responsável pelos pregões.