Em carta assinada pelo presidente da TIM Brasil, Luca Luciani, a operadora negou qualquer plano de fusão no país.

O comunicado refere-se aos recentes boatos a respeito de uma possível fusão com a Vodafone, que seria a resposta da companhia a movimentos como a compra da Vivo pela Telefônica, a entrada de capital da Portugal Telecom na Oi e a integração Embratel/NET.

A carta de Luciani foi divulgada na Reuters na sexta-feira, 13, e afirma que os boatos são infundados. No texto, o presidente afirma que a TIM Brasil já está competitiva no país, o que se demonstraria pelos resultados trimestrais, e não está à procura de parceiros.

De acordo com analistas de mercado, uma possível fusão da TIM com outra operadora no país seria uma saída para incrementar a oferta, já que hoje, com as recentes movimentações do segmento de telecom local, a oferta do braço móvel da Telecom Itália teria ficado restrita – a TIM não possui, por exemplo, serviço de TV por assinatura.

Luciani, porém, é categórico: na carta, que foi mandada não só à imprensa, mas também aos funcionários da tele, ele afirma que a TIM Brasil é a operação de maior crescimento entre as administradas pela controladora italiana, devendo obter resultados animadores no segundo semestre de 2010, muito em função da integração com a Intelig, que adquiriu ano passado.