A Vivo apresentou anunciou nessa semana, em São Paulo, o serviço de internet 3G com pacotes de dados de 10 GB a R$ 199,90 ao mês.

Com o anúncio, a Vivo se torna a primeira tele brasileira com oferta comercial do HSPA desenvolvido.

O serviço é baseado na tecnologia HSPA+, um nível acima do HSPA tradicional, e com a promessa de uma taxa média de navegação a 3Mbps – dobrando em condições favoráveis, promete a Vivo.

Tecnicamente, a HSPA+ teria condições de trafegar a 42 Mbps no downlink e 11 Mbps no uplink. Hoje, no HSPA comum, a velocidade média oferecida pela operadora fica em 1 Mbps.

Segundo a operadora, a oferta do novo pacote será ampliada a outros estados, mas ainda não há um cronograma definido.

A Vivo já oferece planos de 10GB, por esse preço, chamado de Vivo Internet Brasil. No caso dos clientes que já são assinantes do pacote, a taxa de velocidade aumentará automaticamente.

Novos clientes receberão um modem da ZTE gratuitamente ao contratarem o serviço.

No mundo, aponta relatório sobre a banda larga da Huawei divulgado no primeiro semestre de 2011, as redes HSPA+ são a terceira tecnologia mais utilizada pelas operadoras de telecomunicações, atrás da WCDMA e da HSPA.

O crescimento das redes HSPA+, de acordo com o relatório, foi de 14,6% no segundo trimestre de 2011, frente ao mesmo período de 2010.

Para os técnicos da Huawei, a tendência é que as operadoras maximizem os investimentos nessas redes antes de migrar para o LTE, que implementaria o 4G (com velocidades de 100 Mbps), com número de linhas quatro vezes inferior ao HSPA desenvolvido.

É assim na própria Vivo.

Conforme engenheiros da operadora, toda a rede 3G da Vivo passou por melhorias para suportar o HSPA+, e aproveitar melhor o espectro de telecomunicações.

Hoje, a Vivo é a líder em participação de mercado no Brasil, com 68,58 milhões de assinantes, o que representa uma participação de mercado de 29,61%.

Logo após vem a TIM, com 26%, seguida por Claro (25,2%) e Oi (18,86%).