Inmarsat: via satélite com desconto no Brasil

24/10/2011 09:54

A Inmarsat, especializada em soluções de comunicação via satélite, e a Tesacom, fornecedora norte-americana de telecomunicações à distância, anunciam uma oferta conjunta de soluções baseadas no uso de satélites comerciais no âmbito corporativo.

A parceria permite, segundo divulgado pela Inmarsat, baixar os preços de soluções diversas, como o IsatPhone Pro.

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A Inmarsat, especializada em soluções de comunicação via satélite, e a Tesacom, fornecedora norte-americana de telecomunicações à distância, anunciam uma oferta conjunta de soluções baseadas no uso de satélites comerciais no âmbito corporativo.

A parceria permite, segundo divulgado pela Inmarsat, baixar os preços de soluções diversas, como o IsatPhone Pro.

O telefone portátil via satélite chega, agora, com preço em torno de 40% mais baixo do que na época de seu lançamento no Brasil, por volta de outubro de 2010.

A solução pode ser adquirida usando uma variação do serviço marítimo FleetPhone ou através do IsatPhone Link, voltado a aplicações terrestres.

Além do preço mais baixo, o produto também passou a contar com bonificações em minutos de uso dos serviços e subsídios no aparelho, até o preço final equivalente ao custo de importação do equipamento.  

A parceria Inmarsat e Tesacom também traz descontos e benefícios à oferta de um serviço de comunicação M2M (máquina-máquina) e do pacote de ajuda humanitária do BGAN, solução de banda larga satelital.

Neste último, trata-se de um pacote específico para ONGs e iniciativas humanitárias, com o objetivo de reduzir o custo total e o tempo de resposta dos grupos de ajuda.

A oferta inclui descontos temporários para a aquisição do IsatPhone, minutos livres para o treinamento das equipes e pacotes compartilhados para o serviço de banda larga BGAN.

Já no serviço de comunicação M2M satelital, a Inmarsat oferece preços reduzidos no IsatData Pro, que permite conectar dispositivos remotos, equipamentos de detecção ou não tripulados usados em monitoramentos remotos ou rastreadores veiculares, por exemplo.

Conforme divulgado pela companhia, as aplicações são voltadas a clientes dos setores de energia, transporte, governamental, empresas de segurança ou instituições financeiras.

A Inmarsat provê serviços de comunicação por satélite móvel para clientes com operações em terra, mar ou ar.

Os serviços da empresa são fornecidos por uma rede de mais de 400 parceiros de distribuição e provedores de serviços que operam em 100 países.

Já a Tesacom é especializada em soluções de telecomunicações à distância, atendendo aos setores do governo, marítimo, de petróleo e gás, agricultura, serviços de emergência, mineração, transportes e militar.

O portfólio conta com ferramentas integradas de comunicação por voz e dados via satélite, mensagens de texto, transferência de e-mails e arquivos, integração de redes, serviços de software, consultoria e suporte em espanhol, português e inglês.

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Inmarsat: satélites com banda de 50 Mbps

A Inmarsat vai investir US$ 1,2 bilhão nos próximos quatro anos e meio para colocar no ar três novos satélites 702HP Ka-band da Boeing para oferecer conexão de até 50 Mbps aos seus clientes.

O objetivo é começar a oferecer o serviço, batizado de Global Xpress, já em 2014. Os segmentos alvo são o marítimo, de energia e governo, assim como compradores emergentes como aeronáutica.

Arycom: mais banda de satélite para Petrobras

A paulista Arycom, especializada em serviços de comunicação via satélite, fechou uma parceria com a norueguesa Marlink.

Hughes pode ter internet via satélite no BR

O Brasil pode estar perto de ter uma oferta norte-americana de internet em banda larga via satélite.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo dessa quinta-feira, 13, o grupo Hughes confirmou os planos, com serviços voltados para os consumidores residenciais.

A empresa foi uma das vencedoras, em agosto, do leilão da Anatel para exploração comercial de posições orbitais brasileiras.

Telebrás estuda satélite para o PNBL

A Telebrás está participando de um grupo de trabalho que busca viabilizar um satélite geoestacionário integrado com lançamento previsto para 2014.

Os recursos do projeto estão avaliados em R$ 716 milhões e estão previstos no Plano Plurianual 2012-2015 do governo federal.

O satélite vai operar na banda Ka, voltado para o atendimento de redes de governo e da inclusão digital, bem como na banda X, que será exclusiva das Forças Armadas.

Anhanguera tem broadcasting e via satélite

A Anhanguera entrou em acordo com a Intelsat – operadora comercial de satélites – e com a Harris Corporation – broadcaster, buscando a consolidação de sua plataforma tecnológica e de multimídia.

Os valores dos investimentos não foram divulgados pelas empresas.

Com a Intelsat, a Anhanguera Educacional transmitirá conteúdo da grade curricular para os mais de 300 mil alunos por até 50 canais simultaneamente, 24 horas por dia.

StarOne e HNS levam satélites da Anatel

De sete competidoras, duas empresas - a americana HNS Américas (da Hughes Communications) e a Star One, da Embratel - ficaram com as posições orbitais licitadas pela Anatel na terça-feira, 30.

A HNS Américas pertence à Hughes Communications, que nos EUA é provedor de internet wireless e no início do ano foi vendida ao grupo Echostar, player forte do setor de TV por assinatura.

Empresas disputam licitação para satélite no BR

A Anatel informou na última terça-feira, 23, que sete empresas brasileiras estão interessadas na licitação para o direito de exploração de espaços orbitais destinados a lançamentos de satélites no país.

De acordo com a Agência Brasil, as empresas são a Eutelsat do Brasil, a Hispamar Satélites, a HNS Americas Comunicações, a Intelsat Brasil Serviços de Telecomunicações, a SES DTH do Brasil, a Sky Brasil e a Star One.

Com Digibase, satélite ajuda agronegócio

A Digibase, especializada em bases de dados geográficos, lança a Solução Verde, para monitoramento de áreas agrícolas e gestão da produção de alimentos.

A solução utiliza a base de imagens de satélite da Digibase para dar ao usuário informações sobre biomassa, tamanho de áreas de cultura agrícola, fases de crescimento e colheita, dados de cobertura de solo e mudanças ocorridas nas áreas plantadas, entre outras.