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O Serpro, estatal de processamento de dados do governo federal, poderá fornecer novas tecnologias para serviços prestados por governos estaduais e municipais usando a cloud computing.

A informação é do presidente da empresa, Marcos Mazoni.

Em reunião com o  ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nessa quarta-feira, 26, Mazoni discutiu a possibilidade do uso de computação em nuvem como uma das contribuições do Serpro para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Um dos objetivos do programa é aprimorar o uso de serviços públicos de governos locais, além de popularizar o acesso à internet de alta velocidade.

“Trabalhamos hoje na modernização do estado brasileiro. Esse é nosso grande objetivo”, afirmou o presidente do Serpro.

Mazoni ressaltou que o Serpro poderá utilizar redes de fibra ótica gerenciadas pela Telebrás, mas não descartou a possibilidade de seguir contratando redes privadas.

Pelo menos 100 cidades, nas quais o plano começará a atuar, deverão iniciar os testes com aplicações na nuvem em breve.

Os apps serão relacionados à administração, principalmente na parte de controle de gastos.