A RIM estuda a possibilidade de produzir o tablet Playbook no Brasil.

Quem deu a informação foi o vice-presidente e diretor regional de vendas para Américas Rick Costanzo ao site Mobile Time, no Mobile World, em Barcelona.

Hoje, a RIM produz smartphones no país, com a  Flextronics.

O Brasil tem atraído fabricantes de tablets desde abril de 2011, quando a chinesa Foxconn anunciou a intenção de produzir o iPad em território brasileiro, desencadeando uma série de medidas governamentais para desonerar a fabricação dos aparelhos.

Até o momento, a Foxconn não começou a sua produção, mas abriu espaço para outras empresas, inclusive nacionais – como Positivo, Aiox e Ilha Service –, entrarem no mercado.

Entre os incentivos estão isenção do PIS e do Cofins.

Ao Mobile Time, Constanzo admitiu que o ano passado foi duro para a RIM, com perda de market share no mercado norte-americano, troca de CEOs e alguns problemas nas primeiras versões do Playbook.

Porém, ele se diz confiante quanto ao futuro da empresa e ressalta a qualidade da versão 2.0 do sistema operacional do PlayBook, que inclui novas funcionalidades, como integração de email e redes sociais.

Lançado em abril de 2011, o tablet da RIM surgiu como uma alternativa ao iPad, da Apple, e ao sistema Android, do Google.

Cinco meses depois do seu lançamento, o aparelho teve um corte no preço final na BestBuy, numa aparente tentativa de acelerar a saída dos estoques, e numa clara sequência dos passos da HP, que cancelou a produção do seu tablet com webOS seis meses após a chegada no mercado.

Passados os cortes de preços, a RIM não é a líder, mas ao menos segue na briga.

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