CONSUMO

Oi inaugura fazenda de energia solar

03/04/2020 09:10

Redução de custos com programa de eficiência pode chegar a R$ 400 milhões por ano.

Primeira unidade fica em Francisco Sá, Minas Gerais. Foto: divulgação.

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A Oi colocou em operação a primeira fazenda solar das 25 unidades de energia previstas para este ano no Brasil, parte do plano estratégico da empresa para diversificar a sua matriz de consumo.

Localizada em Francisco Sá, cidade no norte de Minas Gerais com cerca de 22 mil habitantes, a nova estrutura tem capacidade de gerar 350 mil kWh por mês e foi implantada com a empresa Solar Grid.

Já o pacote completo de instalações inclui usinas solares, de biomassa e Centrais Geradoras Hidráulicas (CGH).

As demais fazendas de energia devem ser implantadas ao longo do ano nos estados do Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

As 25 plantas somam uma capacidade instalada de 123 MWp, o que representa a geração e consumo de 170 mil casas de classe média.

Com isso, a participação da energia limpa na matriz de consumo global da operadora passará de 15,8%, em 2018, para 60% ao final de 2020.

A geração distribuída (GD) será compensada pela Oi nas contas de energia de suas unidades de consumo, conforme normas vigentes.

Assim, a energia produzida será injetada na rede distribuidora de energia local, e utilizada para abater do consumo de cerca de 20 mil unidades da Oi, entre prédios, estações, torres, lojas e outros imóveis da companhia no estado.

Segundo a empresa, o objetivo é utilizar fontes renováveis com menor custo, complementando a aquisição do grande volume de energia no mercado livre, onde a companhia compra energia incentivada, como de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), eólica e de biomassa.

No total, as iniciativas de consumo ou aquisição de energia devem resultar em um ganho anual de cerca de R$ 400 milhões para Oi.

Nos últimos anos, a companhia vem aumentando o consumo de energia limpa, vinda de fontes renováveis, e vendida a preços mais baratos do que as de fontes não-renováveis no mercado de energia livre.

Outra medida dentro deste programa foi a troca de 240 mil lâmpadas fluorescentes pelas do tipo LED em imóveis da companhia em 16 estados.

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