Vivo quer mais profissionais negros na equipe.

A Vivo acaba de entrar na Coalizão Empresarial a favor da Equidade Racial e de Gênero, um movimento organizado pelo Instituto Ethos com o objetivo de aumentar a participação de mulheres e negros em cargos executivos de grandes empresas do país.

Já participam da coalizão 30 integrantes, incluindo pesos pesados da economia nacional como Bayer, BASF, MCDonald's, Coca-Cola, Carrefour e Via Varejo. Na área de tecnologia, a representante até agora era a SAP. 

“O objetivo é avançarmos na equidade racial, com aumento de profissionais negros em todas as áreas da companhia, especialmente em cargos de gestão”, revela o VP de B2B da Vivo, Alex Salgado, sponsor do comitê pela Diversidade da Vivo no pilar Raça. 

Aproximadamente 22% do quadro de colaboradores da empresa é composto por colaboradores de raça negra.

Para avançar em suas práticas pela Diversidade, a Vivo revisitou suas políticas de recrutamento e evolui gradativamente na contratação e promoção de pessoas negras. 

A empresa treina suas lideranças para identificar e combater “Vieses Inconscientes”, com o objetivo de valorizar a diversidade nos momentos de contratação, promoção e reconhecimento. 

Atualmente conta com a parceria da EmpregaAfro – agência de recrutamento e seleção, para auxílio no processo seletivo de várias posições dentro da companhia, com um olhar sensível à inclusão racial. 

Além de um subcomitê de Raça, a empresa mantém um grupo de afinidade, o Vivo Afro, no qual os participantes contribuem com ideias e sugestões para evolução representatividade racial.

Em 2016, a empresa tornou-se signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU do +Mulher 360. 

Em apenas dois anos, avançou de 15% para 18% o número de mulheres em cargos de liderança e trabalha para garantir avanços progressivos em todos os níveis hierárquicos, com o desafio de atingir 30% de executivas até 2020.

Em 2018, lançou no Brasil seu Manifesto pela Diversidade, em que define seu compromisso com o tema. Em junho deste ano, tornou-se a primeira empresa do setor de telecomunicações a integrar o Fórum de Empresas e Direitos LGBT+ e a aderir aos Padrões de Conduta para Empresas – enfrentando a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo, parte do movimento Livres & Iguais, da ONU.