Claudio Elsas. Foto: divulgação.

A Infosys, multinacional indiana de BPO de TI, anunciou a abertura de seu novo centro de entrega de serviços, em Araraquara, no interior de São Paulo.

Localizada em uma sala de 550m² em um dos principais centros comerciais da cidade, o centro atenderá clientes para entregar soluções de suporte para operações de ERP, incluindo o da SAP e sistemas legados.

Com capacidade para 100 estações de trabalho, o centro inicialmente terá 25 funcionários e gerenciará as soluções de gestão empresarial do SAP da Citrosuco, produtora de bebidas com três unidades em São Paulo e uma em Santa Catarina.

Além disso, o delivery center oferecerá serviço de suporte em português para clientes em todo o território nacional. No entanto, a empresa não divulgou valores investidos no novo espaço.

Para Claudio Elsas, líder da Infosys Brasil, o novo centro no Brasil será peça chave na network global de delivery centers da empresa, fortalecendo capacidades para gerar inovação e crescimento aos clientes na América Latina.

Com o novo centro, a Infosys e suas subsidiárias expandem os negócios na América Latina com operações espalhadas em países como Brasil, Costa Rica, Porto Rico, México e Argentina.

A Infosys iniciou operações no Brasil em 2009 com uma unidade em Belo Horizonte. Hoje, a empresa e suas subsidiárias empregam juntas 700 pessoas em todo o país.

"A talentosa força de trabalho do Brasil, um mercado em crescimento e com um ambiente positivo criado pelo governo, torna este país um local atrativo para a Infosys”, destacou o executivo.

Com cerca de 1300 funcionários no mundo e presença em 18 países, a empresa tem clientes em segmentos como Life Sciences, Química, Bancos e Instituições Financeiras, Setor Automativo e Bens de Consumo.

A terceira maior das gigantes de TI da Índia, com faturamento de US$ 7,39 bilhões no último trimestre.

Apesar do poderio da empresa no mundo, ela ainda é pequena na América Latina.

Em março do ano passado, 62% da receita vinha da América do Norte, 23% da Europa e apenas 13% do "resto do mundo".