Baguete
InícioNotícias> Direct Talk: 45% mais eficiência com OpMon

Tamanho da fonte:-A+A

Direct Talk: 45% mais eficiência com OpMon

Gláucia Kirch
// quarta, 14/12/2011 14:09

A Direct Talk, especializada em soluções para gestão de relacionamento com consumidores, melhorou em 45% a produtividade de sua equipe com a adoção do OpMon, software da gaúcha OpServices para monitoramento de operações de TI em tempo real.

Dario Bestetti, CEO da OpServices

Depois de 3,5 meses usando a solução, fornecida em modelo SaaS, a empresa obteve 100% de ROI, segundo Rodrigo Gracia Souza, responsável pela Infraestrutura de TI da Direct Talk.

“O aumento na produtividade da equipe se deu, por exemplo, no diagnóstico e solução de problemas mais rápido”, explica Souza. “Conseguimos criar automatizações no monitoramento, ao invés de executar procedimentos repetitivos, além de executar mais projetos simultaneamente, com a mesma equipe”, completa.

Tanto que, conforme o executivo, o número de funcionários dedicados à infraestrutura de TI reduziu de cinco para três, deslocando dois para atividades mais estratégicas do core business.

Já Marildo Matta, diretor de TI da Direct Talk, afirma que o OpMon garantiu a ação pró-ativa da equipe de TI da companhia, que passou a contar com recursos que minimizam a necessidade de intervenções manuais no ambiente.

“Hoje é possível elaborar relatórios rapidamente, estabelecer comparativos, mensurar e analisar problemas”, destaca.

Além disso, o monitoramento é baseado em alertas 24 horas por dia, via e-mail, e mensagens para celulares ou e-mails, que garantem a rapidez na resolução de problemas.

A solução também melhorou o atendimento ao consumidor final, conta Matta.

“Caso algum problema no sistema envolva os consumidores, eles são comunicados automaticamente, dispensando trabalho manual”, concluiu o diretor de TI.

Com sede em São Paulo e escritório no Rio de Janeiro, a Direct Talk atende a mais de 200 empresas, incluindo nomes como Rede Globo, Gol, Petrobras e Vivo.

O portfólio da companhia inclui soluções como telefonia (URA , DAC, discador, gerenciador de campanhas), gerenciamento de e-mails recebidos, chat online, vídeo-atendimento, auto-atendimento, campanhas de telefonia ativa e e-mail marketing, entre outras.

Já a OpServices é especializada em monitoramento da experiência do cliente (CEM - Customer Experience Management) e gerenciamento de infraestrutura e sistemas.

O OpMon, carro-chefe da empresa, é focado no monitoramento de indicadores de infraestrutura de TI e usado por cerca de 80 organizações como Banrisul, Lojas Colombo e RGE.

Há poucos meses, a companhia investiu na ampliação da oferta, com meta de atingir clientes menores e fazer com que estes respondam por até 70% do faturamento em três anos.

A primeira novidade é o OpMon Startup - mesmo software oferecido para as grandes, porém com uso limitado até 25 devices ou 500 processos.

A solução deve ser comprada online e a licença dá direito a quatro chamadas de suporte por ano, com preço em US$ 395 por ano, pagáveis no cartão de crédito via PayPal.

O preço em dólares já demonstra a outra intenção da OpServices com o produto: atingir um mercado mundial.

O outro lançamento é o OpServices DaVinci, solução que permite sobrepor dashboads com indicadores ao Nagios, software open source de monitoramento de TI sobre cujo kernel o OpMon foi construído.

“É muito melhor mostrar indicadores de processos por meio de imagens e  dashboards em telas de LCD em uma reunião de diretoria, por exemplo, do que uma planilha”, resume Dario Bestetti, CEO da OpServices.
 
O Da Vinci, que tem um trial gratuito de 30 dias, sai por US$ 99 anuais e já tem mais de 40 usuários, a maioria fora do Brasil.

Gláucia Civa Kirch