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STARTUP

Algar investe na NetSupport

Júlia Merker
// quarta, 08/03/2017 14:19

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, vai investir na NetSupport em troca de participação acionária. 

Frederico Queiroz, fundador e CEO da Netsupport. Foto: Divulgação

A startup, que foi acelerada pela Wayra, do programa Telefónica Open Future, conecta profissionais da área de tecnologia para prestar serviços a pequenas empresas de todo o Brasil.

O fundador da Netsupport é Frederico Queiroz, um ex-profissional da Algar Tech. Na empresa, Queiroz passou por cargos como supervisor de suporte e gerente de operações de TI.

Por meio de uma plataforma, o cliente solicita a solução de TI que precisa e é atendido por especialistas de forma remota ou presencial. O pagamento é feito pela internet e repassado ao profissional. 

“Com esse formato, teremos a democratização da qualidade, já que a proposta é levar o alto nível de serviços de suporte de TI de grandes corporações para empresas de qualquer porte, com melhor custo-benefício e de forma mais ágil”, afirma Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do grupo Algar.

De acordo com Sganzerla, outro aspecto importante é a inclusão profissional. Os especialistas fazem parte de uma comunidade colaborativa composta atualmente por 2,6 mil profissionais, focada na qualificação técnica para oferecer soluções em informática e infraestrutura.

A pós-aceleração da startup pela Algar Ventures tem duração de 18 meses. Durante esse período, haverá mentorias com os executivos do grupo e suporte na abertura do mercado para que a NetSupport atinja um nível maior de maturidade. 

“Com esse investimento, pretendemos expandir nossa atuação e consolidar o modelo no Brasil”, avalia Queiroz, CEO da NetSupport.

A Algar Ventures desenvolve programas de aceleração de startups, investe em fundos de venture capital (é cotista no fundo de venture capital BR Startups, em conjunto com Microsoft, Monsanto, Banco Votorantim e outras grandes corporações) além de investir diretamente em empresas iniciantes e disruptivas, como é o caso da NetSupport.

Júlia Merker