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E3 automatiza 7 estações do metrô de SP

Gláucia Kirch
// segunda, 12/04/2010 10:21

A Alstom Transport, especializada em produtos e serviços para operadoras ferroviárias, adotou o E3, software da porto-alegrense Elipse para automatizar sete estações do metrô de São Paulo – República, Paulista, da Luz, Faria Lima, Pinheiros, Fradique Coutinho e Butantã.

Foram adquiridas 51 cópias do software, sendo dez da Suite MasterPack 5 mil, duas da Suite MasterPack 10 mil e 39 Viewers Control.

O projeto envolve, ainda, a Plantech Engenharia e Sistemas, responsável pela aplicação do software. A companhia também desenvolveu para o projeto o SCL - Sistema de Controle Local das estações, que será responsável pelo controle e supervisão dos sistemas de energia elétrica, telefonia fixa, elevadores, câmeras, escadas rolantes, ventilação, ar condicionado, detecção e combate a incêndio, geradores, bombas, iluminação e multimídia.

Integrado em rede ethernet, o SCL oferece interfaces e interoperabilidade entre os vários sistemas operacionais utilizados nas estações, através de telas gráficas de operação. A solução permite o acesso remoto entre as estações, ou entre o Centro de Controle e as estações.

Quando a Linha 4 do Metrô de São Paulo estiver em funcionamento, todas as suas estações estarão equipadas com o SCL, que terá a responsabilidade de controlar todos os subsistemas existentes nos ambientes, com destaque para estratégias automáticas de evacuação da estação em caso de emergência, rede sem fio, segurança monitorada através de câmeras integradas, controle automático de equipamentos, sistema multimídia digital e supervisão completa de todos os subsistemas local e remotamente.

O E3, por sua vez, dispõe de alarme que avisa os operadores sobre a data, hora, local e gravidade dos problemas que surjam nos equipamentos ou sistemas das estações. As informações também podem ser geradas via relatórios, que podem ser impressos e salvos em PDF ou XLS.

Outro recurso oferecido pela solução é o controle sobre todo o sistema elétrico das estações: através de uma tela, o operador pode não só visualizar se um disjuntor está aberto (verde), fechado (vermelho), bloqueado, extraído ou com falhas, como também realizar manobras de abertura ou fechamento das chaves.

O mesmo procedimento é válido para as seccionadoras e contatores.

As medições captadas pelos transformadores, inversores e retificadores a diodo também são monitoradas pelo E3, assim como a energização das barras que interligam cada um dos equipamentos da malha elétrica.

Por fim, o software permite o envio de mensagens de dados e voz para os diferentes ambientes das estações, além da criação de rotinas operacionais baseadas no tempo, causa ou ambos.

Gláucia Civa Kirch