Diego Cueva, CEO e cofundador da FieldLink. Foto: divulgação.

A FieldLink, startup voltada para a gestão de equipes remotas, recebeu um aporte de R$ 1 milhão em rodada liderada pela Iporanga Ventures.

Criada em 2016, a startup tem como fundadores Diego Cueva (CEO), Fabrizio Battistella (COO) e Rafael Gonçalves (CTO), que já haviam empreendido juntos anteriormente na Tegris, uma empresa especializada em monitoramento e controle de sistemas remotos.

Na FieldLink, eles criaram uma plataforma de gerenciamento que permite a gestores acompanhar o desempenho das equipes em campo em tempo real, coletando informações de forma automatizada.

“A gestão de uma equipe consultiva é uma dor para pequenas, médias e grandes empresas, seja nas áreas comerciais, técnicas ou jurídicas. Nosso trabalho é conectar o gestor com a ponta, facilitando a relação e a comunicação entre gerentes e consultores", conta Diego Cueva, cofundador e CEO da FieldLink. 

Para isso, a ferramenta possui recursos como checklists, definição de fluxos de trabalho e geração de relatórios automatizados.

Segundo a empresa, o serviço garante a redução de custos e ganhos de eficiência, com resultados que variam de caso a caso. Em algumas situações, os clientes conseguiram dobrar sua produtividade. 

No portfólio da startup, estão empresas como Itaú, Banco do Brasil, Peugeot, iFood, Accenture, CPFL e Grupo Pão de Açúcar. 

Com a pandemia, a demanda da empresa chegou a aumentar em alguns setores, como o alimentício e de segurança patrimonial, já que muitas lojas ficaram temporariamente fechadas. Em 2020, a FieldLink projeta dobrar o faturamento em comparação com o ano passado.

Após a injeção de capital, a startup deve apostar na expansão da companhia, com foco maior nas áreas comercial e de produto.

Para a Iporanga, os aspectos que mais chamaram atenção na FieldLink foram a expertise técnica e o potencial do mercado em que a startup atua.

“Vejo um time forte e bem formado, muito bom tecnicamente e experiente, que já superou as fases iniciais de desenvolvimento da empresa. Para além disso, provaram o valor da startup ao conseguirem evoluir rápido o produto, com o objetivo de atender clientes super exigentes do ponto de vista técnico", destaca Leonardo Teixeira, sócio da Iporanga Ventures.

A Iporanga Ventures estreou no venture capital em 2011 e já investiu mais de R$ 500 milhões em empresas de tecnologia, entre elas a Loggi e a Quero Educação.