Renato Castro, CEO da Microcity.

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A Microcity, uma das maiores empresas do país na área de outsourcing de ativos de TI, fechou o ano passado com uma receita de R$ 140 milhões, o que representa um crescimento de 21% em relação a 2019.

Foi o melhor ano da história da empresa, que, como o segmento como um todo, foi uma das grandes beneficiadas com a crise do coronavírus, na medida em que a implementação do home office foi acompanhada por aluguel de equipamentos em muitas empresas.

“Trazemos em nosso DNA a característica de nos adaptar às crises e ver nelas uma oportunidade para auxiliar nossos clientes em momentos difíceis, por meio de serviços inovadores”, comenta Renato Castro, CEO da Microcity.

No caso da pandemia, a Microcity passou a oferecer o chamado Home & Office as a Service (HOaaS), focada em oferecer equipamentos e segurança contra ataques de sequestro de dados e ransomware, por exemplo.

A nova situação tornou o modelo como serviço para infraestrutura uma realidade também para empresas pequenas e médias.

“O Gartner já visualizava que as contratações seriam opex-first em pouco tempo, mas a pandemia acelerou muito a adoção desse modelo para mercados menores também”, aponta Castro.

A Microcity já tem uma base de 200 mil desktops, notebooks, e dispositivos das principais players de tecnologia. A expectativa é crescer outros 18% em 2021, chegando a R$ 165 milhões.