Segundo o documento enviado à SEC, órgão equivalente à CVM nos Estados Unidos, depois da aprovação da proposta pela Justiça norte-americana, as empresas farão um esforço de marketing para convencer os assinantes da America Online Brasil a aderirem ao Terra, que tinha previsão de encerrar 2005 com cerca de 2 milhões de clientes de serviços de acesso à Internet.
Fonte próxima das empresas informou à Reuters que a base de usuários da AOLA no Brasil – após seis anos de operação - “não chega a ser de duas centenas de milhares de assinantes”. Na América Latina, a AOL concentrou operações na Argentina, Brasil, México e Porto Rico. Com a saída do Brasil, a única que ainda resiste é a subsidiária mexicana, que também está sendo negociada.
No Brasil desde 1999, a AOLA penou desde o início de suas operações no País ao impor aos seus usuários a adoção de seu próprio navegador de Internet. A empresa também trabalhava com conteúdo fechado, enquanto sites como UOL, iG e o próprio Terra ofereciam material gratuito.