Adriano Buzaid, CEO da Gohobby (Foto: Divulgação)
A Gohobby, importadora e distribuidora paulista de drones, encerrou 2025 com um faturamento de R$ 200 milhões, alta de 55% em relação ao ano fiscal anterior.
De acordo com a empresa, o crescimento foi resultado de sua expansão orgânica.
Outro pilar estratégico é a linha de robôs humanoides, que também inclui cães robôs entre seus ativos, representando 7% da receita da empresa neste momento.
A Gohobby foi a responsável por trazer ao país o primeiro humanoide multitarefas, da fabricante chinesa Unitree, marcando um passo importante na introdução dessa tecnologia no Brasil.
Para este ano, a meta da empresa é faturar entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões, rumo a um valor futuro de R$ 500 milhões previsto para 2028.
O plano de ação inclui ampliar significativamente seu portfólio a partir de abril, com o lançamento de novos acessórios e uma linha de produtos de marca própria.
A expansão incluirá a incorporação de novas tecnologias da DJI, líder mundial em drones, com o objetivo de fornecer soluções específicas para diversos mercados, focando em produtos que aprimorem a operação, o transporte, a segurança e o desempenho dos drones.
Algumas das soluções já em produção são o AeroPad, plataforma de pouso para drones com diâmetro de 110cm que atende todos os drones comerciais.
Para diferentes ambientes, a empresa aposta no AeroStrap, uma alça de pescoço para proporcionar manuseio ergonomicamente aprimorado e seguro para usuários que operam os controles de seus drones.
Além dos acessórios, a presença da marca em soluções de armazenamento de dados foi ampliada com o Gohobby Turbo Pro.
O produto está disponível em versões de 64 GB a 512 GB e apresenta velocidades de leitura de 200 MB/s e velocidades de gravação de 170 MB/s, adequadas para diversas aplicações que exigem alta performance, como drones, câmeras, celulares e laptops.
Atuando no mercado brasileiro desde 2010, a Gohobby é a maior importadora e distribuidora de drones no Brasil e na América Latina, a primeira empresa a trazer e operar um “carro-voador” no Brasil.
A organização tem crescido, em média, 100% ao ano desde sua fundação. Em 2011, a empresa tornou-se a primeira importadora de drones no Brasil.
